sábado, 29 de agosto de 2015

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

As 9 linguagens de programação mais populares da internet

O GitHub, uma das principais plataformas online para programadores, listou as 9 linguagens de programação mais populares do mundo. Confira:

9. C
Inventada em 1972, a linguagem C ainda é bastante popular no mundo inteiro. Estabilidade, universalidade e compatibilidade com diversas plataformas são algumas das razões apontadas para a sobrevivência de mais de 40 anos, uma eternidade no setor.

8. C#
A linguagem, que se pronuncia "c-sharp" é uma variante da citada acima e foi desenvolvida pela Microsoft. Ela incorpora alguns conceitos de outras linguagens como Object Pascal e Java.

7. C++
Inventada em 1983 para substituir a C, a C++ ainda é utilizada em softwares populares como o Google Chrome e o sistema operacional da Microsoft.

6. CSS

CSS é uma abreviação para Cascading Style Sheets, linguagem usada para criar o formato e o layout de um site. Combinada ao JavaScript e ao HTML, a linguagem é uma das principais escolhas na hora de desenvolver menus de site e de apps para dispositivos móveis.

5. Python
Tida como uma das linguagens mais fáceis, a Python foi criada nos anos 90 e é elogiada por sua fácil leitura de código e necessidade de poucas linhas de código, comparada a outras linguagens.

4. PHP
Estimativas apontam que esta linguagem é usada em um terço dos sites da web. Entre os mais conhecidos estão o WordPress, o Yahoo e até o Facebook.

3. Ruby
A linguagem de 24 anos ainda é bastante popular por conta de sua facilidade de leitura. De acordo com o GitHub, a linguagem é "a melhor amiga do programador".

2. Java
Desenvolvida inicialmente como uma linguagem de programação para TVs inteligentes, Java é a mais popular do mundo, possibilitando o desenvolvimento de apps para Android e milhares de softwares de negócios. Ela é também a que mais cresce, saltando da 7ª posição em 2009 para as primeiras posições, onde se mantém há alguns anos.

1. JavaScript
Líder do ranking, o JavaScript não tem muito a ver com o Java, exceto pelo nome. Apesar de ser bastante popular e estar presente na maior parte dos sites de hoje, a linguagem recebe diversas críticas por deixar os navegadores lentos e por conter vulnerabilidades.

domingo, 9 de agosto de 2015

11 cristãos são mortos por hora no mundo

Aumenta índice de assassinatos, estupros e tortura, sobretudo no Oriente Médio
Alertas já foram dados antes, mas nenhuma providência em larga escala foi tomada.  Como consequência, a perseguição aos cristãos está ultrapassando um recorde histórico.

Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.

A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.

Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.

A escalada dos ataques contra cristãos nos últimos anos vem sendo divulgadas por todas as organizações que monitoram a perseguição religiosa. Na Inglaterra, David Alton, um renomado defensor da liberdade religiosa, divulgou números alarmantes.
“Algumas avaliações afirmam que cerca de 200 milhões de cristãos em mais de 60 países ao redor do mundo enfrentam algum grau de restrição, discriminação ou pura e simples perseguição”, disse ele ao jornal The Guardian.

Os tipos de perseguição variam, indo desde assassinato e estupro, passando por tortura e chegando até discriminação e exclusão social.
Considerando que existem cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, pode-se dizer que um em cada de cristãos do mundo enfrenta problemas por causa da sua fé.

A ONG Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), afirma que o principal impacto é a onda de migração de pessoas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que buscam liberdade e uma vida de paz na Europa. Consequentemente, áreas enormes do mundo estão experimentando um declínio muito acentuado do número de cristãos.

De acordo com o Centro de Pesquisas Pew, os cristãos enfrentam assédio em 102 países. Cerca de 75% da população mundial estaria vivendo hoje em países com sérias restrições ao exercício da liberdade religiosa.

A Portas Abertas, missão que monitora constantemente a situação dos perseguidos, estima que 4.344 cristãos foram mortos por causa de sua fé e 1.062 igrejas foram atacadas em 2014. Em alguns países os números são difíceis de ser confirmados.  Na Coreia do Norte, por exemplo, acredita-se que existem cerca de 70.000 cristãos detidos em campos de concentração.

Lee Marsden, professor de relações internacionais, da Universidade de East Anglia, especialista em religião e segurança, disse que o colapso dos regimes autoritários no Oriente Médio durante a Primavera Árabe foi um fator determinante. Como consequência, por exemplo, na Síria e no Iraque estima-se que fugiram ou foram mortos cerca de 70% dos cristãos que viviam ali.

A solução, segundo os estudiosos do assunto passa por um aumento da pressão sobre os governos, embora as Nações Unidas tenham se mostrado ineficaz na maioria dos casos. Por isso, ao invés de citar somente a questão religiosa, é bom ressaltar que se trata da violação de um direito humano básico.

Nina Shea, autora do livro do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”.

Via Gospel Prime

domingo, 2 de agosto de 2015

segunda-feira, 27 de julho de 2015

UFABC consegue excelentes colocações nos Rankings de 2015

Na edição 2015 do ranking internacional Scimago (http://www.scimagoir.com/), a UFABC se mantem, pelo terceiro ano consecutivo, como a universidade brasileira com o melhor conjunto de indicadores de qualidade. De acordo com esse ranking, 179 instituições brasileiras publicaram 100 ou mais artigos científicos no período de 2009 a 2013, de acordo com o banco de dados Scopus.

Nesse universo, a UFABC é a mais bem colocada universidade brasileira nos quesitos Normalized Impact (que avalia o impacto internacional das publicações científicas da universidade em comparação com a média mundial), High Quality Publications (que mede a porcentagem das publicações da instituição nas mais conceituadas revistas do mundo) e Excellence (que mede a porcentagem das publicações da instituição entre as publicações mais citadas do mundo).

A UFABC também é a universidade brasileira mais bem colocada no quesito International Collaborations. Ela ainda tem o quarto mais baixo índice de especialização entre as universidades analisadas, o que reforça a política institucional de interdisciplinaridade que se tornou marca registrada da UFABC.

Já no mais recente ranking do Center for World University Rankings (CWUR) (http://cwur.org), publicado no dia 17/07/2015, a UFABC avançou na comparação nacional, progredindo da posição 18 para 15 (ganho de três posições) e na internacional, subindo da posição 983 para 961 (ganho de 22 posições), entre as mais que 25.000 universidades internacionais analisadas. Isso corresponde a uma posição global entre as 3,9% melhores instituições do mundo.

Cabe destacar que os critérios do CWUR (http://cwur.org/methodology/) são em 75% baseados em premiações internacionais obtidas pelos docentes e egressos (ex-alunos) e na quantidade de egressos que trabalham como executivos nas principais empresas do mundo. Este tipo de critério é extremamente desafiador para uma universidade nova, que ainda não formou muitos alunos e cujo corpo docente ainda não atingiu seu tamanho final. O fato de a UFABC já se encontrar entre as 3,9% melhores do mundo, mesmo nesse contexto difícil, é notável.
 
 "Esses indicadores mostram que a UFABC está atingindo o patamar de universidades de excelência mundial, sem deixar de lado sua responsabilidade social e a busca da interdisciplinaridade.", avalia o reitor da universidade, professor Klaus Capelle.

Via UFABC

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Igrejas são as instituições mais confiáveis na opinião pública

Partidos, governo e Congresso são os mais mal avaliados
Apenas 13,2% dizem “confiar sempre” na imprensa

A pesquisa CNT/MDA, realizada de 12 a 16 de julho, mostra um desalento quase completo dos brasileiros em relações às instituições.
Apenas a “Igreja”, sem especificar qual, desfruta de uma posição confortável no momento. Quando os entrevistados são confrontados com uma lista e indagados sobre qual instituição em que mais confia, a Igreja aparece com 53,5%.
Todas as demais instituições aparecem bem atrás. As Forças Armadas, com 15,5%, estão em 2º lugar. A Justiça vem em 3º, com 10,1%. Daí para frente, os percentuais são de 5% para baixo. A imprensa –que tem participado ativamente de apuração de casos recentes de corrupção– surge com meros 4,8% no ranking das instituições que mais merecem a confiança dos brasileiros.
Eis o ranking (clique na imagem para ampliar):
Quando o instituto MDA pergunta individualmente sobre o grau de confiança dos brasileiros em cada instituição, a situação não muda muito.
Segundo o levantamento, 43% dos brasileiros “confiam sempre” na Igreja. Outros 27,5% confiam na “maioria das vezes” –total de 70,5%, a maior taxa entre todas as instituições pesquisadas.
As Forças Armadas têm um total de 51,8% na soma de “confia sempre” e “confia na maioria das vezes”. Todas as demais instituições ficam abaixo de 50%.
Eis os dados (clique na imagem para ampliar):
 Via UOL Noticias

Populismo vs República

"El populismo ama tanto a los pobres que los multiplica."
(Mariano Grondona)

O video está em espanhol, mas acho que dá para entender mesmo quem não fala espanhol. O populismo, como tratado no video, tem sido uma realidade presente em toda a América Latina.