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terça-feira, 19 de maio de 2015

Como o big data está mudando mercado

Por Gil Giardelli
O big data, conjunto de softwares que fazem análises complexas a partir de grandes bases eletrônicas de dados, está deixando de ser um assunto que só interessa a profissionais de tecnologia e se consolidando como um assunto importante no futuro de todas as carreiras. Claro que quem está dentro da área sente primeiro o aquecimento.
A procura por gerentes de projeto com experiência em big data mais do que dobrou (123%) em 2014, segundo a Wanted Analytics, empresa que analisa sites de emprego no mundo todo. Um impulsionador desse mercado é o presidente americano, Barack Obama, que criou uma secretaria de serviços digitais com status de ministério para trabalhar com a quantidade massiva de dados que o governo produz.
Em um evento de computação, Obama fez uma reverência pessoal ao profissional de big data escolhido para chefiar a secretaria, DJ Patil, ex-LinkedIn. “Ajude-nos a construir serviços digitais melhores para o povo americano, ajude-nos a liberar inovações em áreas como saúde e mudança climática”, disse Obama em seu pedido a DJ.
O mais empolgante é que o big data tem efeito sobre profissionais de todos os departamentos. Analistas do banco de investimento UBS usaram vigilância por satélite de 100 estacionamentos do Walmart e recolheram dados sobre o número de carros estacionados em cada um, todos os meses.
Do espaço, os analistas fazem previsões de demanda mais precisas sobre os resultados trimestrais da empresa do que os métodos financeiros tradicionais. Esse exemplo mostra que a tecnologia muda a vida dos gurus de investimento e, obviamente, de muitos profissionais do Walmart, inclusive, talvez, do pessoal responsável pelos estacionamentos.
Do outro lado do Atlântico, a British Airways usa os dados para criar um serviço de fidelidade de clientes. Um aplicativo permite que a tripulação chame cada passageiro pelo nome. Se aparece alguém que sofreu com um voo atrasado, a tecnologia avisa e a tripulação oferece um agrado no voo de volta. Uma ação que nasce nos laboratórios de computação, mas passa por marketing e chega às aeromoças.
O big data é a realidade do trabalho e confirma a famosa frase do estatístico americano William Edwards Deming (1900-1993): “Em Deus nós confiamos. Os outros tragam dados”.

Via Você SA

sábado, 2 de maio de 2015

Facebook e Google oferecem emprego em SP e BH

 
Duas das mais disputadas empresas do momento estão com vagas abertas no Brasil: Facebook e Google oferecem 38 oportunidades de emprego em diversas áreas de atuação nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte.
Prepare o currículo e se prepara para a próxima entrevista:

Facebook:
Analista de Negócios
Analista de Suporte de Produto
Chefe de Loja Criativa
Consultor de conteúdo
Gerente de Comunicações
Parceiro de engenharia de plataforma
Associado de finanças
Chefe da LATAM, Tributário Internacional
Gerente de Negócios Global
Parceiro de Agência
Gerente de soluções para clientes
Treinamento de Vendas
Chefe de Estratégia de Bens de Consumo
Chefe de varejo e estratégias de e-commerce
Chefe de Operações de Pessoas
Gestor de Aplicação de produtos
Publicidade e medição de pesquisas – Instagram
Negócios de Marketing de – Instagram
Diretor de Ciência de Marketing
Parceiro de Medição
Gerente de Políticas Latino-Americanas
Gerente de Iniciativas de Crescimento Econômico
Recrutador
Coordenador Envolvimento de Comunidade para Pequenas e Médias Empresas
Analista de Cliente para Pequenas e Médias Empresas
Sócio Gerente
Parceiro de engenharia e carreiras

Vagas na Google:
Chefe de Comunicação
Chefe de Tecnologia e Anúncios
Gerente Financeiro na América Latina
Consultor de Soluções para Anúncios
Parceiro de Relações, Negócios e Investigação
Gerente de Marketing de Produto
Executivo de Vendas e Negócios
Gerente de Publicidade e Soluções de Distribuição
Especialista de Marca
Gerente de Tecnologia
Engenheiro de Software

Via: Catraca Livre

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Marketing é tudo

Por Patrícia Lages
Você já ouviu falar de pessoas que cobram para guardar lugar em filas para outras pessoas, certo? Mas você sabia que tem gente que é paga para ficar em filas? Veja do que o marketing é capaz!

filaNão, você não leu errado! Há ações de marketing em várias cidades do mundo em que pessoas são pagas para formarem fila em frente a uma determinada loja chamando a atenção das pessoas que transitam pela região. Essa fila aí é em Nova York, onde estive na semana passada e vi pessoalmente. Mesmo com temperaturas abaixo de zero as pessoas não arredavam o pé da fila, afinal estavam sendo pagas para isso!
Funciona assim: os figurantes pagos ficam horas formando filas na rua com as portas da loja fechadas. Isso atrai clientes de verdade, que também entram na fila achando que farão o melhor negócio da vida delas (já que tem tanta gente, os preços devem estar ótimos!). Toda a encenação só faz aumentar a curiosidade das pessoas e as filas dobram quarteirões imensos.
A concorrência nos Estados Unidos é brutal. As lojas estavam realmente em promoção, mas isso não é o bastante. As vitrines estavam realmente deslumbrantes e com preços rebaixados, mas isso não é o bastante. Os vendedores parecem modelos de capa de revista (muitos são mesmo modelos profissionais), mas isso não é o bastante. As redes competem entre si arduamente e ganha quem tem a melhor estratégia.
O que quero dizer com isso tudo é que não basta fazermos o melhor, temos que mostrar que fazemos o melhor. Você pode ser muito competente no que faz, mas se não souber trabalhar seu marketing pessoal, provavelmente outra pessoa vai passar na sua frente, pois isso não é o bastante.
Você tem que saber “vender o seu peixe”, mostrar suas qualidade e competências sem ser esnobe, egocêntrica ou exibida. É possível fazer isso sem nem mesmo abrir a boca.
imagesCerta vez uma advogada me escreveu dizendo que é  competente e estuda muito para ser a melhor advogada da empresa. Ela dizia que preferia mil vezes estudar o caso do cliente do que “perder tempo” com cabelo e unhas. Pela manhã, saía até com o cabelo molhado e sempre de sapato baixo, pois andava muito. Porém, as outras advogadas eram sempre mais requisitadas só porque se vestiam melhor. Ela reclamava que os clientes se preocupavam primeiro com a aparência e depois com a competência.
Cá entre nos, todas nós somos assim! Você prefere comprar pão e leite numa padaria mequetrefe caindo aos pedaços ou numa bem iluminada, com balcões brilhando e atendentes bem vestidos? O pão e o leite são os mesmos, mas aonde você iria?
Invista em si mesma. Seja cuidadosa com sua aparência, com seu modo de falar, com a forma de representar seu cliente, seu negócio, sua empresa ou seu chefe. Nós buscamos sempre a melhor imagem, ainda que inconscientemente então, vamos transmitir a melhor imagem possível.
Nos vemos!

Fonte: Bolsa Blindada

quinta-feira, 19 de março de 2015

Facebook cria laboratório digital na favela do Heliópolis em São Paulo

O Facebook inaugurou nesta terça-feira (17) seu primeiro laboratório de inovação na favela de Heliópolis, em São Paulo. O espaço conta com 15 computadores que poderão ser utilizados pelos moradores da região.
O objetivo do projeto, batizado de "Facebook na Comunidade", é ensinar as pequenos empreendedores locais a utilizar a rede social para divulgar seus negócios, além de oferecer cursos de empreendedorismo e marketing digital, ministrados pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e o IAB Brasil, empresa de marketing digital.
O laboratório é vitalício para a comunidade e terá utilização livre quando não houver cursos em andamento. O espaço é uma parceria entre o Facebook e a Unas (Associação dos Moradores de Heliópolis).
O projeto também conta com seis multiplicadores de conhecimento, moradores de Heliópolis que levarão informações sobre a rede social e empreendedorismo para os comerciantes da comunidade que não puderem frequentar as aulas.
Patrick Hruby, diretor geral para Micro e Pequenas Empresas do Facebook na América Latina, diz que este é o pontapé inicial para a empresa colocar em prática seu projeto de treinamento nas comunidades brasileiras. "A partir da experiência que tivermos na região, nossa intenção é estimular o empreendedorismo em outras localidades no Brasil."

Maioria das empresas da comunidade não usa rede social

De acordo com pesquisa realizada pelo Facebook em Heliópolis, embora quase 90% da população de Heliópolis use a plataforma, os negócios locais não estão nela. Segundo o levantamento, entre os mais de 5.000 comerciantes da região, 86% ainda não têm uma página na rede social.
"Há um ambiente pulsante de empreendedorismo no local que tem potencial de gerar mais negócios na região. E o Facebook pode colaborar como ferramenta de marketing e relacionamento", afirma Hruby.

Cleide Alves, presidente da Unas, comemora a parceria com o Facebook. "[O novo espaço] contribui para o desenvolvimento local por meio do fortalecimento de negócios e com a formação dos pequenos empreendedores", declara.
Para o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, presente na inauguração do espaço, a rede social não só conecta pessoas a parentes distantes, mas também a negócios a um custo acessível para todos. "É uma ferramenta absolutamente democrática", diz.

Empreendedores terão aulas de finanças, gestão e marketing digital

Além das aulas sobre o uso do Facebook nos negócios, serão oferecidas palestras sobre empreendedorismo, que abordarão temas como finanças e gestão, e marketing digital.
Luiz Barretto, presidente do Sebrae Nacional, diz que é importante levar orientações sobre negócios para as comunidades brasileiras. "Existe uma enorme demanda de consumo nessas regiões, que pode e deve ser atendida por empreendedores locais."

O projeto em Heliópolis é a primeira iniciativa do Facebook no mundo que trabalha o empreendedorismo em comunidades de baixa renda. Caso os resultados sejam positivos, o programa deve ser ampliado para outras cidades e países.
Veja a reportagem:
Via UOL e Olhar Digital

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Quem disse que amor não enche barriga?

O McDonald's vai aceitar uma nova forma de pagamento em seus restaurantes nos Estados Unidos.
A partir da próxima segunda-feira, a rede de fast food vai selecionar um determinado horário em que os clientes poderão pagar as refeições expressando o amor – que faz parte do slogan "Amo muito tudo isso".
E essa expressão vai desde selfies e abraços a até uma declaração para mãe. "Temos um monte de formas divertidas para expressar o nosso amor", contou um representante da marca ao site da rede de televisão ABC News.
O McDonald's, inclusive, já liberou um comercial (que será veiculado amanhã, durante o Super Bowl), avisando que a promoção só vai durar até o dia 14 de fevereiro.
Este é o primeiro comercial da rede de fast food no Super Bowl após oito anos.

Troca de comando

Na última quarta-feira, a empresa divulgou a renúncia do presidente Don Thompson, que vai se aposentar após trabalhar na rede por 25 anos.

Sua saída está ligada aos maus resultados no último ano. O McDonald's viu suas vendas e lucros caírem pela primeira vez em 12 anos.

No dia 1º de março, o britânico Steve Easterbrook irá assumir o comando da rede de fast food. 

Fonte: Exame

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

10 motivos para sua empresa trabalhar com E-commerce


No decorrer do último ano, mais de 9 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra pela web. Esse número é muito expressivo e prova que os brasileiros estão perdendo o medo de comprar pela internet. Por isso, listamos abaixo 10 motivos para sua empresa não ficar de fora desse mercado:

1-  O e-commerce é um modelo de negócio em constante crescimento: Somente em 2014, as vendas desse setor representaram mais de 39 bilhões de reais. E esse número só não foi maior porque esse foi um ano atípico, com Carnaval tardio, Copa de Mundo e Eleições. A expectativa é que no próximo ano o e-commerce cresça 26%, e fature mais de 49 bilhões.

2-  O custo para se abrir uma loja virtual é muito menor do que o de uma loja física: Você treme só de pensar em aluguel, IPTU, licenças, estoque, material de divulgação e propaganda? Saiba que o custo de implementação e manutenção de uma loja virtual é proporcionalmente muito menor que o da loja física. Mas claro, pesquise bastante antes de contratar uma plataforma, pois o barato pode sair caro.

3- Agilidade na implementação da loja virtual: No mercado existem plataformas que criam uma loja virtual em minutos. Para o pequeno lojista, essa agilidade pode ser uma grande vantagem, pois é possível testar, avaliar os resultados e realizar correções mais rapidamente também.

4- Comodidade para seu cliente: Nem chuva, nem sol, nem frio, nem calor, nem trânsito, nada disso impossibilita seu cliente de comprar na sua loja virtual...já em uma loja física não é bem assim. Das inúmeras vantagens de se comprar pela internet, a comodidade de comprar aquele produto legal do conforto da sua casa é a principal delas.

5- Facilidade de pagamento: Quem compra pela internet tem muitas opções de pagamento, que vão do boleto ao cartão de crédito. Já para o lojista, existem sistemas de integração direta com o banco, o que dá mais segurança no recebimento dos valores.

6- Sua loja fica aberta 24h: Imagine vender 24 horas, em todos os dias do ano, e para qualquer lugar. Em uma loja virtual você não precisa de uma pessoa no balcão para a loja funcionar, pois todo o processo de compra é automatizado, e dessa forma pode converter muito mais vendas do que uma loja física.

7- Sem limitações geográficas para suas vendas: Não importa se seu cliente está na mesma região que você ou no Amazonas, por exemplo. O e-commerce encurtou essa distância, e a única coisa que você precisa se preocupar é em entregar o produto, onde quer que seu cliente esteja.

8- Facilidade de administrar o estoque: No comércio eletrônico você não tem a necessidade de manter um estoque junto à loja. Você pode ter um estoque em um local de custo mais baixo, ou até mesmo trabalhar com o estoque de seu fornecedor, sem necessidade de um depósito próprio.

9- Você consegue se destacar da concorrência: Comparadores de preços permitem apresentar seu produto junto ao concorrente, para que o consumidor escolha entre os melhores preços e condições. Isso ajuda a estimular o comércio eletrônico e é uma grande vantagem sobre o comércio tradicional.

10- Você não tem para onde fugir: A internet mudou o comportamento dos consumidores e os brasileiros definitivamente perderam o medo de comprar pela internet. Então se prepare, pois o futuro é esse.

Fonte: Catraca Livre

sábado, 2 de agosto de 2014

Inscrições abertas para o Programa Banrisul de Patrocínios 2015

O Programa Banrisul de Patrocínios é um processo seletivo que tem por objetivo definir projetos a serem apoiados pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. para o ano de 2015, por intermédio de chamada pública, com inscrições pela Internet, análise por Comissão de Seleção Interna, com aprovação do Comitê Banrisul.

O Programa Banrisul de Patrocínios confere continuidade à adoção gradativa de processo de seleção pública para definição da grade de projetos a serem patrocinados pela Empresa. Os recursos serão destinados à realização de projetos vinculados às seguintes categorias: Institucional, Cultural, Educacional, Esportivo, Saúde e Saneamento, Responsabilidade Social, Meio Ambiente e Feiras/Expofeiras com início a partir de 1º de janeiro de 2015 e término até 31 de dezembro de 2015.

Data Limite

Até 22 de agosto de 2014.


Elegibilidade

Estão aptos a se inscreverem no Programa proponentes que apresentem todos os pré-requisitos abaixo:
  1. Ser pessoa jurídica constituída no Brasil, segundo as leis deste País, com sede no território nacional, preferencialmente cliente do Banrisul, do qual será analisado: situação cadastral, histórico de negócios e/ou potencial existente, conceito e influência na comunidade em que está inserida;
  2. Prever em seu objeto social atividade compatível com o desenvolvimento de sua proposta;
  3. Ser legítimo detentor ou representante dos direitos de realização do projeto a ser inscrito.

Não há limite de quantidade de projetos a serem inscritos por proponente.

Valor Financiado

O montante destinado ao Edital será definido em função das cotas de patrocínio a serem acordadas com os proponentes dos projetos pré-selecionados e considerará a disponibilidade orçamentária do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. para patrocínios, que será determinada pela Diretoria e Conselho de Administração do Banco.
Restrições

Não fazem parte desse processo os projetos referentes às Leis de Incentivo (Rouanet, Audiovisual e do Esporte). Estão inaptos a ser inscreverem no Programa Banrisul de Patrocínios no ano de 2015, os seguintes proponentes:
  1. Pessoa jurídica que detenha, entre seus diretores, empregados do Banco ou das empresas coligadas e/ou seus parentes de primeiro grau;
  2. Pessoa jurídica que detenha, entre seus diretores, parentes até segundo grau de integrantes da Diretoria do Banco ou empresas coligadas;
  3. Pessoa física (exceto no caso de projetos para captação de recursos através de leis de incentivo, nos quais o proponente poderá ser pessoa física, desde que não seja empregado da ativa do banco ou empresas coligadas e seus parentes de primeiro grau);
  4. Que não desfrutem de bom conceito na comunidade, gozem de má reputação ou falta de integridade.

Os projetos não patrocinados estão listados no item 3.6.3.

Forma de Solicitação

Para inscrição de projetos no Programa Banrisul de Patrocínios, do ano de 2015, no âmbito do presente Edital, o interessado deverá cumprir as seguintes etapas:
  1. Cadastrar-se como proponente pela internet, por meio do aplicativo Inscrição de Projetos de Patrocínios;
  2. Preencher os dados do projeto pela internet, por meio de formulário eletrônico disponível no aplicativo Inscrição de Projetos de Patrocínios;
  3. Enviar ao Banrisul o formulário eletrônico contendo os dados do projeto, por meio do aplicativo Inscrição de Projetos de Patrocínios.

Para mais informações consulte o item 3.8 do Edital. Recomenda-se aos interessados que concluam suas inscrições com antecedência, evitando eventuais dificuldades técnicas que, porventura, se verifiquem nos últimos dias do prazo de inscrições.


Confira nesse link o edital completo. Para mais informações entre em contato: (51) 3215 3271
Nome: Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul)
Endereço: Rua Capitão Montanha, 177 - Centro
Cidade: Porto Alegre
Código: 90010-040
Estado: Rio Grande do Sul
País: Brasil
Telefone: 0800 646 1515
Home Page: www.banrisul.com.br

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

FACEBOOK: Lugar de gente perfeita e com a vida perfeita. Será mesmo?


Todo mundo no Facebook parece feliz, inteligente e bem sucedido... Divertidas aventuras, romances profundos, trabalhos incríveis. É o suficiente para fazer muitas pessoas se sentirem para baixo, mas também é uma mentira. Será mesmo que a vida só é difícil para você? Ninguém é realmente tão feliz e bem sucedido quanto elas querem mostrar. Vida perfeita só um homem conseguiu ter, e ele certamente não teve facebook.
O vídeo abaixo mostra isso de forma brilhante:

Ministério da Cultura oferecerá intercâmbio a 500 profissionais de ciências humanas

O Ministério da Cultura anunciou nesta quinta-feira (31) a abertura de dois editais públicos para oferecer bolsas de estudo no exterior e patrocinar a participação em eventos culturais organizados fora do país a cerca de 500 profissionais de diversas áreas que não são atendidas pelo programa federal Ciência Sem Fronteiras.
Os editais do Conexão Cultura Brasil foram publicados nesta quinta no "Diário Oficial da União". A iniciativa é uma parceria entre os ministérios da Cultura, das Relações Exteriores e da Educação.
O governo federal custeará passagem de ida e volta e as diárias, que somadas chegam a até R$ 30 mil por aluno (para cursos de três meses). Segundo o Ministério da Cultura, o programa custará R$ 4 milhões aos cofres públicos. Os candidatos que forem selecionados irão viajar ao exterior a partir de novembro deste ano.
As áreas contempladas pelo programa são música, teatro, circo, artes visuais, cinema, animação, games, programação de softwares, literatura, TV, rádio, moda, design, arquitetura, publicidade, gastronomia, artesanato, turismo, dentre outras.

De acordo com o Ministério da Cultura, não há um pré-requisito definido e nem uma idade-limite para concorrer a uma vaga. Para se habilitar às bolsas de estudo, o interessado deve obter uma pré-aprovação de uma das universidades credenciadas.
Serão oferecidos cursos e estágios no Instituto Europeu de Design (Itália e Espanha), Federculture da Itália, Universidade de Bolonha (Itália), British Council (Reino Unido), Royal Shakespeare Company (Reino Unido), Barbican Centre (Reino Unido), SouthBank Centre (Reino Unido), The Global Centre (Reino Unido), BBC Scottish Symponhy (Reino Unido),  Science Museum (Reino Unido) e o Festival de Edimburgo (Escócia).
De acordo com a ministra da Cultura, Marta Suplicy, não é necessário ter diploma, porém, será exigida experiência prévia na área escolhida.
“O pré-requisito é experiência na área, algumas áreas exigem diploma. O critério está na mão da universidade. Tem instituição que exige que saiba a língua e tem instituição que não exige”, explicou a ministra.
Após garantir a autorização da instituição de ensino estrangeira, o estudante será submetido a uma banca, no Brasil, composta por representantes de secretarias ligadas ao Ministério da Cultura.
Os interessados em cursos que começarem em dezembro, devem se inscrever até o dia 1º de outubro. Para cursos de janeiro a março, as inscrições vão até 7 de novembro.
Quanto aos eventos, serão três os oferecidos: a feira de música WOMEX 2014, em Santiago de Compostela, na Espanha, de 22 a 26 de outubro deste ano; o festival de artes cênicas Santiago a Mil, no Chile, de 3 a 18 de janeiro de 2015; e o ARCO Madrid, na Espanha, uma feira de arte contemporânea que vai de 25 de fevereiro a 1º de março do ano que vem. Esse edital levará delegações de até 60 empreendedores para participar dos eventos.
“É dar oportunidade para o jovem brasileiro se qualificar nas artes, porque hoje, no mundo moderno, as pessoas não querem fazer só advocacia e medicina, a economia criativa é o século 21”, completou a ministra da Cultura, Marta Suplicy.
O projeto piloto do programa Cultura Brasil foi o envio de 100 empreendedores culturais para o I Mercado de Indústrias Criativas dos Países do Mercosul (MICSUL) em Mar Del Plata, Argentina, em maio deste ano, informou o Ministério da Cultura.

“Bônus por UF”
Para “minimizar desigualdades e promover a descentralização das ações culturais”, segundo o texto do edital do governo, os projetos das regiões Norte, Nordeste, de alguns estados do Centro-Oeste e o Espírito Santo vão receber uma pontuação extra, um chamado “bônus pela unidade federativa”.

Vão receber 2,5 pontos extras os estados do Norte: Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Pará e Roraima; do Nordeste: Alagoas, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe; do Centro-Oeste, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Espírito Santo.

Ceará, Goiás e Pernambuco recebem 2 pontos; Distrito Federal, Paraná e Santa Catarina vão ganhar 1,5; Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, 1 ponto; e projetos dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo 0,5.

Contrapartida
Segundo a ministra Marta Suplicy, vai haver um contrato que obrigue o bolsista a compartilhar no Brasil o que a pessoa aprendeu no exterior. Ainda não há definições sobre como vai ser isso, mas o governo é otimista de que não vai "ter problemas em direcionar" o retorno da pessoa contemplada pelo curso.
“Quando volta, vai dar uma oficina do que ele aprendeu lá, vai fazer um show, vai de alguma forma fazer essa contrapartida, porque ele recebeu do governo brasileiro uma oportunidade extraordinária […] Tem um contrato né. Ele tem um contrato de ida, de volta e de contrapartida. Ele tem um contrato que ele vai fazer essa prestação depois que ele voltar”, afirmou a ministra.
Para se inscrever nos editais, os interessados podem acessar aqui. Dúvidas podem ser esclarecidas pelos e-mails culturabrasilintercambios@cultura.gov.br (sobre o intercâmbio) ou culturabrasilnegocios@cultura.gov.br (sobre os eventos).

Os erros mais frequentes ao fazer networking

Manter o contato com outros profissionais para troca de experiência e oportunidades é um hábito bastante recomendado para crescer na carreira. Na hora de fazer networking, portanto, todo cuidado é pouco. Um levantamento da OfficeTeam, empresa de recrutamento de trabalhadores temporários, identificou os principais erros cometidos por profissionais – e as melhores formas de evitá-los.

Para 42% dos mais de 300 executivos americanos entrevistados, o principal equívoco é não pedir ajuda quando necessário. "Muitas vezes, as pessoas não pedem ajuda para aqueles na sua rede por vergonha, ou porque acham que podem ter sucesso sozinhos", diz o diretor executivo da OfficeTeam, Robert Hosking. "Mas na hora de procurar um emprego novo ou construir sua visibilidade, toda conexão é importante".

Não manter o contato frequente com a rede é o segundo erro mais comum, citado por 28% dos participantes. Como solução, o contato on-line surge na preferência de 47% dos respondentes, que consideram essa a forma mais eficiente de manter contatos ativos. Já 24% acham um almoço ou café mais interessante. Hosking reforça que os encontros físicos não devem ser completamente substituídos pelos virtuais. "Essas reuniões permitem que você associe um rosto ao nome, e assim fica mais fácil causar uma impressão memorável." Participar de eventos profissionais (13%) e de uma associação da sua área (11%) também são sugestões importantes, segundo os executivos.

Outros erros que merecem atenção incluem não agradecer pela ajuda dos outros (17%), não oferecer auxílio quando outros precisam (7%) e "queimar o filme" com empregadores anteriores (6%). Para contornar os riscos, a OfficeTeam recomenda ainda manter o networking constante, e não apenas em momentos de necessidade, e ter agilidade para responder e retomar contatos após encontros.
Por Letícia Arcoverde em Valor Economico

terça-feira, 15 de julho de 2014

Vitória da Alemanha na Copa do Mundo deve atrair consumidores


Quando o capitão alemão Philipp Lahm levantou o troféu da Copa do Mundo no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, no histórico quarto título no torneio, ele e cada um de seus colegas de seleção estavam € 300.000 (US$ 408.000) mais ricos.
A recompensa da associação de futebol da Alemanha, a DFB, por levarem o prêmio para Berlim é um pequeno preço a pagar se comparado à sacudida que a economia alemã pode receber pelo fato de a vitória atrair consumidores para a marca “Made in Germany”, diz o instituto de pesquisas Prognos AG.
— O Made in Germany definitivamente se valoriza com o sucesso — disse Christian Böllhoff, diretor-geral da Prognos em Berlim, em entrevista. — Isso tem uma influência fortalecedora sobre as exportações alemãs.
A Alemanha, maior economia da Europa, é a terceira maior exportadora do mundo, atrás da China e dos EUA. As remessas de automóveis Mercedes-Benz, roupas esportivas da Adidas AG e tecnologia para usinas de energia da Siemens AG empurraram a venda de produtos e serviços alemães no exterior para € 1,09 trilhão no ano passado, cerca de € 2 bilhões menos que em 2012, segundo dados fornecidos pelo Departamento Federal de Estatísticas.
A Adidas, como patrocinadora oficial da Alemanha e de sua adversária Argentina, teve uma vantagem ao estar ontem como “a marca mais visível” da final, disse o CEO Herbert Hainer em um comunicado, na semana passada.
O jogo terminou 1 a 0 em favor da Alemanha, coroando o reinado de oito anos de Joachim Löw como treinador. O reserva Mario Götze marcou no 113º minuto de jogo, permitindo que os alemães evitassem uma cobrança de penalidades.
Os títulos da Copa do Mundo coincidiram com períodos de prosperidade na Alemanha no passado. A vitória sobre a Hungria em 1954, em Berna, na Suíça, marcou o início da recuperação política e econômica do país pós-guerra, aumentando o moral de um país derrotado.
A medalha de vencedor em 1974 veio no alvorecer de outro ressurgimento econômico, no ano anterior a Alemanha havia se tornado um dos países fundadores do Grupo dos Seis países industrializados, que foi subsequentemente estendido para incluir Canadá e Rússia.
A final de 1990, em Roma, também contra a Argentina, foi oito meses depois que o Muro de Berlim veio abaixo.
— É verdade que nos três anos após 1990 a economia alemã cresceu muito fortemente, mas o motivo foi a reunificação — disse Böllhoff, referindo-se à fusão das Alemanhas Oriental e Ocidental, em 3 de outubro de 1990. — Nós temos que apontar a diferença entre causalidade e correlação.

QUARTO TÍTULO
O título deste domingo é o primeiro de uma Alemanha unida. Nenhum país esteve em mais finais de Copa do Mundo — oito —, embora o Brasil detenha o recorde de títulos, cinco, contra quatro da Alemanha.
Independentemente do sucesso esportivo, a economia alemã está entrando em um período de prosperidade econômica renovada com a perspectiva dos “anos 2020 dourados”, disse Böllhoff, citando um novo relatório sobre a Alemanha publicado pelo Prognos na semana passada.
— A Alemanha é o único país das maiores economias da Europa que está em uma situação realmente firme no momento — disse ele. — Isso pode melhorar ainda mais quando seus vizinhos gradualmente emergirem da crise e isso acontecerá nos próximos anos.
O crescimento econômico alemão acelerou mais do que o previsto no primeiro trimestre, impulsionado pela demanda doméstica e por uma explosão do setor da construção. Em junho, o Bundesbank elevou sua previsão de crescimento para a economia, projetando que o produto interno bruto terá um incremento de 1,9% neste ano, mais alto que o de 1,7% estimado em maio. O banco prevê que o PIB subirá 2% em 2015.
— Ao longo dos anos nós geramos nosso crescimento em grande parte por meio da indústria e das exportações — disse Böllhoff. — Isso agora está alimentando a renda das pessoas e significa que o consumo privado está contribuindo mais com o crescimento do que vem sendo o caso até aqui. Isso virá à tona em 2017 a 2018 e continuará até o fim dos anos 2020.

Erros comuns no LinkedIn que impedem de conseguir um emprego

Você está em busca de um emprego. Criou um perfil no LinkedIn. Mas nada aconteceu. Será que você não está usando a rede social de forma equivocada? O site Huffington Post listou sete erros no LinkedIn que podem custar um emprego ao candidato. Veja as dicas para melhorar o seu perfil e torná-lo mais competitivo.

1. Um perfil vazio ou muito simples
Inclua em seu perfil as conquistas de que mais se orgulha e que são mais relevantes para o cargo que almeja. Use o espaço do summary para colocar palavras-chave que descrevam você e suas realizações, quantificando-as sempre que possível. Lembre-se também de que não é necessário se ater ao seu emprego atual ou mais recente. Descreva o que você já fez também em outros empregos, relacionando com seus objetivos atuais e com o que quer fazer no futuro.
O LinkedIn também oferece espaços para preencher com sua experiência, no qual deve constar sua trajetória profissional, incluindo trabalhos voluntários. Acrescentar também informações nas seções de “recomendações”, “certificações” e “idiomas” ajuda a tornar sua expertise mais visível.

2. Um perfil sem foto
Não colocar uma foto no perfil do LinkedIn passa a impressão de que o perfil é fake ou está abandonado. Se você acha que omitir a foto pode ajudar a minimizar as ocorrências de discriminação, talvez seja melhor rever essa ideia. Segundo uma pesquisa, perfil com fotos no estilo 3x4 têm 11 vezes mais chances de serem visitados por recrutadores. Ter a foto também torna mais fácil para antigos colegas te reconhecerem.

3. Cargo genérico
Usar um cargo genérico sob o seu nome não traz qualquer esclarecimento sobre o que você realmente faz, não contém palavras-chave e não vai atrair nenhum interesse. Quando você está procurando um emprego, você deve procurar colocar um título que deixei claro o que você quer no futuro. Para fornecer essas palavras-chave, é importante ser o mais específico possível. Lembre-se que não é nada definitivo e que você pode mudar esse texto no futuro, mesmo que esse futuro seja semana que vem. Muitos cargos no LinkedIn são vagos demais, como, por exemplo, “gerente de operações”, que não diz muita coisa. Por outro lado, gerente de operações de data center, com experiência em segurança cibernética e atuação no setor bancário produz boas palavras-chave - desde que sejam verdadeiras, é claro.

4. Inatividade
Poste alguma coisa relevante ao menos uma vez por semana na seção de “update” do seu perfil. Quanto mais, melhor, já que essas atualizações serão vistas por todas as suas conexões. Se não estiverem desativadas, seus comentários nos grupos de que participa também serão vistos por todos os seus contatos.

5. Não participar de grupos
Os grupos no LinkedIn são divididos por localização, profissão, indústria etc — existem mais de dois milhões e cada membro pode participar de até 50 grupos. Quando estiver procurando um emprego, peça para participar do máximo de grupos possível, porque membros de grupo podem trocar mensagens privadas sem estarem conectados, o que só é possível dentro dos grupos. Depois é muito fácil sair, se já tiver conseguido o emprego que quiser.

6. Ter poucos contatos
Quantos mais conexões, maior é a sua visibilidade. Tente adicionar uma ou duas pessoas por semana, até porque o maior número de contatos também aumenta sua credibilidade na rede.

7. Não ser profissional
Um estudo recente do LinkedIn apontou que 92% dos recrutadores usam a rede social para vetar candidatos. Ou seja: tome cuidado com a linguagem utilizada.

(OGlobo)

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Coca-Cola consola os brasileiros após perda da Copa

A Coca-Cola divulgou uma propaganda para consolar os brasileiros que ainda estão aborrecidos com a derrota sofrida pela seleção brasileira na Copa do Mundo.
Trata-se de um comercial que apresenta o sr. Fábio Gonçalves, que presenciou a tragédia futebolística de 1950, quando o Brasil também perdeu em casa para o Uruguai, mas que após isso ele teve diversas outras alegrias: Teve filhos, netos e viu o Brasil ganhar 5 títulos mundiais.
A inteligente sacada publicitária foi criada pela agência J.W. Thompson.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A face de uma escolha: o que as drogas causam na aparência do ser humano

Ensaio fotográfico mostra o contraste que a dependência de drogas causa na aparência do ser humano

Além de conflitos psicológicos e sociais, a droga causa grandes danos físicos ao usuário. Não apenas internos, no organismo. Os sinais também são visíveis: olheiras profundas, unhas destruídas, pele ressecada, dentes corroídos, palidez, machucados por toda a face, emagrecimento, entre outros. A dependência de drogas influencia tanto na aparência das pessoas que é capaz de transformar qualquer bela em fera.
Foi isso que o fotógrafo Roman Sakovich quis representar na sessão fotográfica “Half”. As fotos mostram as pessoas interpretando duas fases da vida de um dependente químico: o antes e o depois das drogas, um lado normal e outro adoentado. A transformação vai desde as roupas até o jeito de arrumar os cabelos.
O que é interessante é que, para segmentar a aparência dos modelos nos dois aspectos ele não usou nenhum programa de edição no computador, foi tudo feito na hora com uma equipe de maquiadores e designers. Os fotografados puderam realmente experimentar a sensação de estar divididos em dois extremos.
Dessa forma, Sakovich conseguiu passar a mensagem de como as drogas são destrutivas e prejudiciais não somente ao organismo, mas também ao meio externo. 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Iogurte grego do Brasil, só mesmo no Brasil

Desde o segundo semestre de 2012, quando o primeiro iogurte grego foi lançado no Brasil, pela Vigor, estabeleceu-se novo filão. Hoje, todas as principais marcas do País - também Nestlé, Batavo, Danone e Itambé - vendem as suas versões. No entanto, não há muita clareza sobre o que transforma um simples iogurte brasileiro em um produto original dos Bálcãs.

A única característica quase consensual do iogurte grego vendido em terras brasileiras é a textura. Ela é cremosa, em nível intermediário entre o iogurte líquido, de garrafa, e o mais rígido, de pote. Fora isso, as inovações são várias. Existe, por exemplo, o iogurte grego sabor goiabada, da Vigor. E, de inovação em inovação, mesmo a cremosidade já começa a se perder. A Batavo acaba de lançar o seu iogurte grego líquido.
Em outros países e em termos nutricionais, novas contrariedades. Na Europa, o iogurte tido como grego tem alto teor de gordura, baixa dose de proteína e fraca participação no mercado. Nos Estados Unidos, é o inverso: menos gordura, mais proteína e domínio de 23% das vendas.
As diferenças se dão pela falta de definição do conceito "iogurte grego". O iogurte grego, mas grego mesmo, feito e consumido em larga escala na Grécia, costumeiramente é caseiro. E como qualquer comida caseira, cada casa tem a sua receita, a depender do gosto pessoal.

Vende pouco, rende muito. A maioria dos iogurtes vendidos como gregos no Brasil, tanto em participação de mercado quanto em valores nutricionais, está mais para o europeu: farto em gordura, pobre em proteína e de curta fatia nas vendas totais de iogurtes: dominou, em média, 2,3% do mercado em 2013, de acordo com a consultoria Nielsen.
Mas, embora a parcela de vendas ainda seja pequena, o grego é campeão em potencial de faturamento. No ano passado, entre todos os filões do mercado, o iogurte grego foi o único cuja participação no faturamento total superou o dobro da participação nas vendas (veja as comparações no gráfico mais abaixo). O iogurte natural, por sua vez, tem participações em vendas e faturamento bem semelhantes. O mesmo serve para o iogurte com polpa de fruta.
Por falar em "dobro", na rede Pão de Açúcar de supermercados, analisando um mesmo fabricante, o dinheiro gasto para comprar um iogurte grego permitiria levar para casa dois iogurtes naturais: o grego custa R$ 1,99 e é vendido em porções de 120 gramas; o tradicional, de R$ 0,99, vem em potinhos de 170 gramas.

'Gourmetização'. De acordo com Ricardo Vasques, vice-presidente de Marketing da Danone, os gregos fazem parte de um mesmo movimento de toda a indústria alimentícia. "Parte do fortalecimento dos gregos no Brasil se explica por uma tendência de 'gourmetização'", diz.
Apenas em dezembro, os iogurtes gregos chegaram a ocupar 3,2% das vendas totais do mercado nacional. "Já em 2014, as empresas trabalham com a previsão de 10% de participação dos gregos", diz Vasques. Esse número, afirma, não necessariamente será mantido nos próximos anos, pode ser pontual. "O importante é que, com o crescimento dos gregos, que é um produto de maior qualidade, o consumidor cobrará por novos produtos, de qualidade ainda maior", diz o executivo.

Para se ter ideia do quão baixo é o número do consumo de iogurtes no Brasil, consome-se o dobro na Argentina. Em Portugal, 20 quilos de iogurte por pessoa são consumidos em um ano. Na França e na Holanda, passa dos 30 quilos por consumidor, o que representa um pote de iogurte por pessoa todos os dias.
'Modismo'. "Chamar o iogurte vendido no Brasil de grego é modismo, pura estratégia de marketing", diz Carlos Oliveira, professor de Tecnologia de Leite e Derivados da Universidade de São Paulo.
Na explicação técnica de Oliveira, seja grego, brasileiro, polonês ou coreano, iogurte é iogurte. E ponto. A grosso modo, nada mais é que um leite rico em ácido lático. Por isso o gostinho azedo, em maior ou menor escala.
Fora do Brasil, por sinal, o iogurte chamado de grego é mais azedo. Aqui, ele é doce. "O consumidor brasileiro tende a preferir coisas mais adocicadas e a indústria segue essa linha para agradar seu paladar", diz Oliveira.
Para ganhar a textura mais cremosa, diz Oliveira, é acrescida à receita do iogurte algum tipo de goma. E, embora as empresas não revelem suas fórmulas, o especialista aponta para algum ingrediente de origem vegetal. "Grego ou não, o importante é consumir iogurte, qualquer um deles traz o mesmo tipo de beneficio nutricional", afirma.
Fonte: Estadão

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Redesign do Dollynho, o seu amiguinho.

Recentemente um projeto de conclusão de curso ganhou bastante notoriedade na Internet por ter apresentado um redesign da marca Dolly e seu personagem, o Dollynho. Embora o referido projeto não tenha sido bem executado visualmente, deixando a desejar muito na apresentação gráfica de seus materiais, ele acabou agradando muita gente.
Aproveitando toda essa onda Dolly, um ilustrador paulista conhecido como Bozoca propôs um redesign do Dollynho muito mais bem elaborado que o atual e a versão do trabalho acadêmico.
Ele comenta que a ideia surgiu em uma discussão no almoço enquanto ele e os colegas tentavam imaginar como seria o personagem se ele tivesse mais dinheiro.
Levando esta ideia adiante, ele foi atrás de referências e inspirações para o desenvolvimento do Dollynho 2.0, cuja maior dificuldade, segundo ele, foi trabalhar as pernas e os olhos do personagem.
Pernas muito cumpridas deixavam ele muito adulto. Já as pernas muito curtas dificultavam toda a movimentação, e ai qualquer pose vira um enorme desafio.
No caso dos olhos, é um elemento que envolve toda a expressão do personagem e também a idade dele. Sempre pensei em deixar o Dollynho com um jeito mais juvenil, algo em torno dos 5/ 6 anos de uma criança normal. Por isso fiz diversos testes com tipos de olhos e tamanhos para saber o que funcionava.
Você pode conferir todo processo de construção no Behance do Bozoca.


Como divulgar seus produtos e serviços com pouco dinheiro?

Um bom planejamento aconselha segmentar o público e direcionar o marketing.
Não esqueça a mala direta tradicional ou o e-mail marketing eles também podem ajudar a potencializar suas ações de comunicação. Os especialistas em comunicação e marketing tem como máxima que a divulgação é sempre uma aplicação com retorno, principalmente quando você possui produtos diferenciados, o que quase sempre implica em clientes e públicos diferenciados. Então para iniciar o planejamento um tempo deve ser dedicado a conhecer os hábitos de seus clientes e planejar uma ação focada para minimizar os custos e atingir ou ampliar suas metas.

Segmentar o público é uma excelente dica, já que permite ter uma estratégia de marketing adequada. O corpo a corpo para o empresário que gosta do contato com seu público transforma cada encontro na melhor forma de divulgação da empresa. Este contato pessoal supera qualquer outra ação, mas é claro que o produto e o serviço deve atender as expectativas geradas neste encontro.

E quais são as ferramentas de apoio para traçar esta primeira estratégia e iniciar as visitas?
O dever de casa começa com a preparação de um pequeno mailing e cartões de visita. É importante ter um catálogo ou até mesmo uma lista de seus produtos e serviços, o ideal é construir um endereço eletrônico, pode até ser um blog gratuito, ex: Blogger do Google, estas ferramentas apoiam as  vendas e abrem um canal de comunicação direta com o cliente.
Comprometimento e ousadia são ingredientes pessoais muito importantes. Acima de tudo deve existir no DNA de cada empresário, independente do tamanho de seu empreendimento, um alto grau de determinação porque o caminho não é simples nem fácil mas a caminhada vale a pena.
Marketing é planejamento que detecta uma oportunidade, cria um produto ou serviço e permeia todo o processo desde a confecção do produto ou realização do serviço, até o pós-venda, então temos que analisar e avaliar o marketing como um processo e um investimento.

Para atingir novos públicos é fundamental estar preparado para atender a esta nova demanda.