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Jesus em Êxodo 20: O Sermão do Monte Sinai
Deus não libertou e abençoou Israel porque Israel seguiu a Lei de Deus, porque até este momento nem havia sido dada a Lei para ser seguida. Deus não abençoou Israel porque eles foram bons meninos no Egito, nem lhes deu Maná no deserto ou vitória sobre os amalequitas porque seguiram uma lista de mandamentos, regras ou tinham méritos próprios. Tudo isso aconteceu por causa da graça soberana de Deus, fundamentada em Sua promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó. Israel foi libertado, sustentado e protegido antes da Lei, para que ficasse claro que a obediência não é a causa da redenção, mas a resposta a ela.
Por isso os dez mandamentos começam com a declaração da Graça de Deus: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.” (Êxodo 20:2). Esse padrão de Deus se relacionando com seu povo no Êxodo não é o padrão que encontramos na religião judaica rabinica posterior, e em nenhuma outra religião do mundo. Toda religião é meritocrática. Há uma única exceção: o Evangelho de Jesus. Nem mesmo o judaismo ortodoxo segue o padrão encontrado no Monte Sinai, só o Evangelho de Jesus carrega este padrão ainda hoje. No Evangelho primeiro Cristo nos liberta por Graça, e depois Ele nos ensina a seguir a sua Lei. Primeiro Deus tira você do Egito, depois Ele tira o Egito de você. Primeiro Ele te salva, depois Ele te santifica. Graça é o padrão de Êxodo, e Graça é o padrão único do Evangelho.
Ao redimi-los, Deus tinha adquirido um direito adicional de governá-los. Deus os comprou.
A redenção não cancela as reivindicações que Deus tem sobre os homens como Suas criaturas. Pelo contrário, essas reivindicações continuam a ser exigidas; porém, o novo relacionamento no qual a redenção nos introduz impõe responsabilidades adicionais, ou, falando com mais precisão, fornece um motivo adicional para reconhecer e cumprir as reivindicações de Deus sobre nós. Seria errado qualquer pessoa no mundo infringir um dos dez mandamentos, mas a transgressão de um israelita tinha um peso maior. Logo, a redenção não anula a Lei, pelo contrário, a pressupõe: “O Senhor teu Deus te remiu; por isso hoje te ordeno estas coisas” (Dt 15:15).
Por isso seria um engano achar que em Cristo não há mais nenhuma Lei. Pois Paulo deixa claro que “Não estando sem Lei para com Deus, mas debaixo da Lei de Cristo” (1 Coríntios 9:21). Embora a Lei de Moisés reflete principios eternos da Lei de Deus, elas não são exatamente a mesma coisa. Repare que a Lei de Deus existia antes do Pacto do monte Sinai: “Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?” (Êx 16:28). E como profetizado por Jeremias, a Lei de Deus continuaria existindo mesmo depois que a Lei Mosaica fosse substituída por uma nova aliança (Jeremias 31:31-34). A Lei de Deus foi expressa de modo parcial pela Lei de Moisés, e de modo completo pela Lei de Cristo.
A Lei de Moisés é parte fundamental do Pacto do Monte Sinai. Deus estava se casando com Israel, Deus estava estabelecendo os termos da sua Aliança com eles. O pacto era baseado na obediência absoluta, eles precisavam se manter obedientes em todos os termos da Lei (Dt 27:26). A Lei foi dada para conter o pecado de Israel (Êxodo 20:20). A Lei do Monte Sinai portanto era transitória, ela é um parênteses na história entre a Promessa e o cumprimento da promessa em Cristo, ela duraria até que viesse o mediador do novo pacto. Por isso o Apóstolo Paulo diz: "Para que serve, pois, a Lei? Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o Descendente […] Antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da Lei […] De maneira que a lei se tornou nosso guardião (ou pedagogo) para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados pela fé. Mas, agora que veio a fé, já não permanecemos subordinados ao guardião.” (Gálatas 3:19-29)
A Lei ao mostrar o padrão perfeito de Deus, evidenciou e mostrou o pecado dos homens. Mostrou o cancêr do pecado, mas não tinha poder para resolvê-lo.
“Todo o povo percebeu os trovões, os relâmpagos, o clangor da trombeta e o monte fumegante; e, vendo isso, afastaram-se e ficaram de longe. E disseram a Moisés: Fala tu conosco, e ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Ex20:18–19).
Agora a terra tremia à presença do Senhor, e os montes saltavam como cordeiros (SI 114.4,7), pois o próprio Sinai, embora duro e rochoso, estava pegando fogo por completo, derreteu-se diante do Senhor (Juizes 5.5). A Lei foi entregue diante de um terror extraordinário. Nunca nada foi entregue de forma tão impressionante e aterrorizante. Trovões e relâmpagos, muito mais altos e brilhantes, estrondos fortes e imponentes. E por que a lei foi dada desta maneira tão terrível, e com toda esta tremenda cerimônia? Deus pretendia fazer uma revelação perceptível da Sua majestade gloriosa, isso ajudaria nossa fé, uma vez conhecendo o terror do Senhor, possamos ser persuadidos a viver no seu temor. É também uma amostra do julgamento de um Deus justo e santo. Desta maneira, a lei foi dada a Moisés de maneira que pudesse assombrar, assustar e humilhar os homens.
Eles deveriam ser curados da sua presunção e de qualquer arrogância. Eles imploraram que a palavra não mais fosse proferida a eles (Hb 12.19), mas suplicaram que Deus lhes falasse por intermédio de Moisés. E foi neste momento que Deus promete um outro Profeta semelhante a Moisés:
“O Senhor, o seu Deus, levantará do meio de seus próprios irmãos um profeta como eu; ouçam-no. Pois foi isso que pediram ao Senhor, ao seu Deus, em Horebe, no dia em que se reuniram, quando disseram: "Não queremos ouvir a voz do Senhor, do nosso Deus, nem ver o seu grande fogo, se não morreremos!". O Senhor me disse: "Eles têm razão! Levantarei do meio dos seus irmãos um profeta como você; porei minhas palavras na sua boca, e ele lhes dirá tudo o que eu lhe ordenar. Se alguém não ouvir as minhas palavras, que o profeta falará em meu nome, eu mesmo lhe pedirei contas” (Deuteronômio 18:15-19)
Israel percebe que não pode se relacionar diretamente com Deus, eles precisavam de um mediador. E Deus diz que eles estão certos, mas repare: Deus não diz que Moisés seria esse mediador. Ele promete outra pessoa. E essa outra pessoa seria semelhante a Moisés, seria um profeta, as palavras de Deus estariam na boca dele. Lembra a profecia do Anjo do Senhor (Êxodo 23:20–21). Alguns rabinos modernos dizem que esse texto é referência a Josué, outros dizem que seriam os profetas de Israel, mas nenhum destes respeitam a literalidade do texto. Apenas a interpretação cristã respeita o texto sem fazer um malabarismo para interpretá-lo. A profecia é clara: é um único profeta (singular) e semelhante a Moisés. Em Deuteronômio 34:10 afirma: “Nunca mais se levantou em Israel profeta como Moisés”. Então já não poderia ser Josué e nem um dos profetas. Fica evidente que era uma profecia futura para mencionar uma pessoa que seria singular na história. Nenhum profeta, mas somente o Messias poderia ser comparável a Moisés. O próprio Midrash Rabbah reconhece que “Assim como foi o primeiro redentor, assim será o último redentor”.
Moisés como mediador até atendia à necessidade do lado do povo, mas não do lado de Deus. Quem seria o mediador por Moisés? Além disso, não bastaria apenas um mediador para satisfazer as justas exigências de Deus. Era necessário tratar o pecado, os pecados precisam ser pagos. Por isso, a próxima coisa mencionada no texto é um altar. O altar é a provisão para o fracasso de Israel, É a prova que Deus sabia que eles seriam incapazes de satisfazer tais reivindicações; por isso Deus, em Sua maravilhosa graça, fez provisão tanto para o fracasso deles quanto para a manutenção das reivindicações divinas.
O Tabernáculo ainda não havia sido erguido, essas instruções deveriam ter cumprimento imediato: um altar de terra deveria ser construído ao pé do Sinai. Isso se confirma em Êxodo 24:4, onde Moisés edificou um altar e ofereceu holocaustos e sacrifícios pacíficos. Assim se cumpre o propósito: uma festa no deserto (Êx 5:1), Se Israel viesse a Deus, um altar deveria ser erguido. Feito do próprio chão, simples e sem ornamentos humanos, assim era o Calvário, o altar definitivo onde o Filho encarnado, feito do pó da terra como nós, oferecido como sacrifício perfeito.
“em todo o lugar, onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei.” (v.24), Se cumpre plenamente apenas no Evangelho. pelo qual os homens são encorajados a orar e prestar culto em todos os lugares, Em todos os lugares onde o povo de Deus celebra o Seu Nome, Jesus prometeu que estará no meio deles. O Senhor virá até eles, e os abençoará.
“Se me fizeres altar de pedras, não o edificarás de pedras lavradas” (v. 25). A simplicidade do altar contrasta com os ídolos pagãos. Nada do que a habilidade humana produz pode glorificar-se diante de Deus:
“Se levantares a tua ferramenta sobre ele, o profanaste”. A proibição de usar ferramentas no altar ensina que o homem não pode acrescentar nada ao meio de expiação estabelecido por Deus. Esse princípio encontra seu cumprimento supremo em Cristo, cuja obra é perfeita e não admite complementos humanos. Assim como a ferramenta profanava o altar, as obras humanas não podem aperfeiçoar a graça. As pedras não lavradas mostram que nenhuma mão humana poderia “moldar” o Salvador; ninguém conseguiu alterar Sua forma. O profeta Daniel disse que Cristo seria “uma pedra cortada sem auxílio de mãos humanas” (Daniel 2:34).
“Não subirás por degraus ao meu altar” (v. 26). Ao contrário da torre de babel e ao contrário dos templos pagãos, o homem não pode subir até Deus por meios próprios; deve tomar seu lugar no pó. Não é o homem que sobe até os céus, é Deus que desce até o pecador (Fp 2:6–8). Não há degraus para o homem subir.
“…para que a tua nudez não seja exposta” (v. 26). As tentativas humanas de aproximar-se de Deus apenas expõem a nudez e a vergonha humana. Os esforços do homem apenas evidenciam sua nudez.
Acaso é com degraus e altares que a Lei está preocupada? Ou com o coração dos homens? Tudo isso foram símbolos para nosso aprendizado.
Se observarmos o livro de Mateus, o livro da transição entre o Antigo e o Novo Testamento, o evangelho de Mateus constrói Jesus como a recapitulação da história de Israel, não apenas como Messias, mas como o Israel fiel, que cumpre aquilo que a nação falhou em cumprir.
Israel começa com Abraão, e no capitulo 1, Mateus começa a genealogia de Jesus por Abraão. Mateus diz que Jesus nasce pelo Espírito Santo. Isso indica que Ele não é apenas herdeiro da história de Israel, Ele é um novo começo. Assim como Israel foi chamado “filho” (Êx 4:22), Jesus é declarado Filho de forma plena e definitiva.
No capítulo 2, Mateus conta que Jesus vai para o Egito para não ser morto, Herodes mata as crianças (paralelo com Faraó). Mateus faz referência aqui tanto ao Êxilio no Egito como ao Êxilio na Babilonia (Mateus 2:17–18). Jesus sai do Egito (Oséias 11:1: “Do Egito chamei o meu Filho), e refaz a história do Êxodo.
Depois da saída dos filhos de Israel do Egito, o que aconteceu? Eles passaram pelas águas do mar vermelho. No capítulo 3, Mateus fala de Jesus sendo batizado e passando pelas águas do Rio Jordão (como o Novo Israel e o Novo Josué).
Depois da travessia do Mar Vermelho, Israel ficaria 40 anos no deserto. No capítulo 4 de Mateus, depois de ser batizado no rio Jordão, Jesus fica 40 dias no deserto. Jesus é tentado por Satanás no deserto em 3 coisas, as mesmas tentações que levaram Israel a falhar no deserto:
1) Tentação do Pão/Provisão de Deus:
Israel falha: “Quem dera tivéssemos morrido no Egito” (Êxodo 16:2)
Jesus responde: “Nem só de pão viverá o homem” (Mateus 4:3–4) - Jesus estava citando Deuteronômio 8:3, que relembra o episódio do maná.
Onde Israel murmurou. Jesus confiou na providência de Deus.
2) Tentação de Testar Deus (Massá):
Israel exige água e tenta a Deus dizendo: “Está o Senhor no meio de nós ou não?” (Êxodo 17:1–7).
Jesus quando tentado respondeu: “Não tentarás o Senhor teu Deus.” (Mateus 4:5–7) - Jesus estava citando Deuteronômio 6:16 — referência direta a Massá.
3) Idolatria:
Israel por não aceitar o tempo de Deus, eles trocam a glória de Deus por idolatria. (Êxodo 32:1–8)
Jesus se submete a Deus e diz: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás.” (Mateus 4:8–10 - citando Deuteronômio 6:13)
E o que acontece depois com Israel? Israel recebe a Lei de Deus no Monte Sinai.
No capítulo 5 de Mateus, Jesus sobe ao monte e começa a ensinar os termos da Nova Aliança. No deserto, a glória do Senhor, apareceu, diante dos olhos de todo o povo. Agora Cristo, que é a glória do Senhor aparece no Monte diante dos olhos de todos. Não mais um monte na Arábia, mas agora num Monte na Terra Prometida.
A Lei de Moisés havia sido entregue pelos anjos (Dt 33.2 / Atos 7.53), no sermão do Monte pelo próprio Deus encarnado.
O discurso do sermão do monte é muito duro. Em alguns casos, os fariseus e escribas minimizavam a intenção da Lei ao mínimo exigível. Por exemplo, os dez mandamentos proibiram o adultério. Os mestres da Lei consideravam como adultério apenas “o ato”, todo o resto não seria proibido. Jesus afirma no sermão do monte os principios por trás da Lei, o que inevitavelmente a torna ainda mais difícil de ser cumprida. Jesus diz que o desejo e o olhar intencional já é adultério do coração. Jesus ampia o entendimento da Lei ao focar no seu princípio. Ele revela a intenção original da Lei: A Lei sempre quis atingir o coração. Ele remove interpretações que reduziam o alcance moral.
A interpretação comum era de que só é culpado diante de Deus quem mata fisicamente. Jesus revela que a ira e o insulto já violam o espírito do mandamento.
Jesus não anula os mandamentos. Ele os internaliza. A Lei deixa de ser uma série de rituais de “pode ou não pode”, pra produzir vidas realmente transformadas. Não bastam Lei escritas em tábuas de pedra, Deus precisa escrever suas Leis nas Tabuás do nosso coração. Não são suficientes mudanças externas, a velha natureza precisa morrer. Deus precisa operar o novo nascimento no coração do pecador.
O objetivo da Lei Mosaica era mostrar a incapacidade dos homens em segui-la. Os fariseus e mestres afrouxaram a Lei para sentirem-se em paz nos seus pecados, para enganarem a si mesmos e fugirem da verdade inconveniente: A Lei é justa e perfeita, mas nós não conseguimos seguir a Lei. Era pra Israel ter aprendido com o autor do Salmo 119, ele amava a Lei do Senhor (v.127), ele meditava nela dia e noite (v97), ele procurava manter puro o seu coração observando toda a Lei do Senhor (v.10), Ele sofria perseguição por causa da sua fidelidade a Lei de Deus (v. 69), Ele via a Lei de Deus como fonte de vida (v. 25). Ele se tornou mais sábio do que todos os mestres, porque meditava na Lei de Deus (v99). Esse jovem era incrível. Mas como ele termina o Salmo? A Lei de Deus fez ele perceber que ele era um pecador: “Ando errante como ovelha perdida; procura o teu servo, pois não me esqueço dos teus mandamentos” (Salmos 119:176).
No sermão do monte, Jesus mostra que é impossível seguir a Lei. Mas nem por isso Ele afroxa as exigências de Deus, muito pelo contrário. Ele diz aos seus discipulos “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” e diz que “eu não vim destruir a lei ou os profetas: não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mateus 5:17,18).
Ele torna impossível, porque seria Ele que cumpriria. É evidente que pelo cumprimento da Lei ninguém poderia ser salvo. Então a Lei foi dada também para mostrar ao homem sua necessidade de um Salvador: (Gl 3:19, 23–24). Portanto, os dez mandamentos apontam diretamente pra nescessidade de Cristo.
A boa notícia de que Jesus Cristo cumpriu a Lei de forma perfeita e completa, e morreu segundo a Lei para ser o cordeiro que a Lei exigia para perdão de pecados, essa boa notícia do Evangelho só parecerá mesmo uma boa notícia para aqueles que observaram a Lei e da Lei receberam a má notícia: “você é um pecador”. Pois a Lei revela o caráter santo de Deus e, ao mesmo tempo, expõe a nossa incapacidade. Ela ilumina, confronta, pesa sobre a consciência — não para destruir, mas para conduzir ao arrependimento.
A boa notícia de que o Espírito Santo agora escreve a Sua Lei nas tábuas do nosso coração não significa o abandono da Lei, mas a sua internalização. Aquilo que antes estava apenas em mandamentos externos agora se torna inclinação interior. Não é mais mera obrigação; é desejo. Não é apenas regra; é vida.
A justiça que antes nos condenava agora é cumprida em nós, não por força própria, mas pela união com Cristo e pela obra regeneradora do Espírito. O que antes era letra que acusava torna-se Palavra viva que transforma.
Assim, o Evangelho não anula a Lei. Ele a cumpre em Cristo e a realiza em nós. A condenação dá lugar ao perdão; o medo cede à confiança; a obediência nasce do amor.
E então, finalmente, a Lei deixa de ser apenas um espelho que revela a culpa e passa a ser também o caminho pelo qual, reconciliados com Deus, aprendemos a andar como filhos.
O Sinai formou uma nação. O Sermão do Monte forma o povo do Reino de Deus.
"o cumprimento da lei é o amor" (Romanos 13:8–10)
*Clique aqui para conhecer a revelação de Jesus em outros capítulos da Bíblia

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